Brasigo, agora a festa vai começar!


Depois de muita correria, trabalho e diversão acabamos de colocar o Brasigo no ar. Esse foi um dos motivos que me fizeram, mais um vez, parar de postar aqui no blog.

Está sendo muito divertido e emocionante participar do nascimento desse projeto, minha primeira participação em um projeto Rails.

Agora vamos manter o sistema funcionando, criar novos releases e, com o tempo, os posts aqui no blog e a minha leitura no Google Reader (sim, está beeeem acumulada) voltarão ao normal.

Espero o feedback de vocês!
;)

Desenvolvimento Web com Python, SQLObject e PSE - Parte 4


Depois de mais uma longa pausa na série de desenvolvimento web com python[bb] cá estou, de volta com os posts.

Mas desta vez a pausa foi por um motivo nobre. Recentemente adquiri um MacBook[bb] e logo resolvi configurar o Apache2[bb] + mod_python + PSE + SQLObject + MySQL-python (MySQLdb). Precisava desta configuração para dar continuidade à série.

Então resolvi dedicar a 4ª parte da série exclusivamente para mostrar como configurar o ambiente no Mac OS X Leopard[bb].

Antes de efetuar os passos abaixo você precisará do Xcode instalado. Basta executar o 2º Disco do MAC OS X e executar o pacote de instalação do Xcode.

Apache

O Apache já vem instalado no MAC OS X, por isso precisaremos apenas habilitá-lo:
Vá em Preferências do Sistema, na opção Compartilhamento ative o serviço Compartilhamento Web.
Agora basta acessar http://localhost para ver o apache funcionando. Dentro do seu diretório home existe um diretório chamado Sites, basta colocar os arquivos lá e acessar pelo endereço http://localhost/~SEU_LOGIN.

Mod_Python

Agora chegou a hora de compilar o mod_python e configurá-lo no Apache.
Primeiramente faça o download do mod_python 3.3.1 (última versão disponível até a data deste post).

No terminal execute:

$ gunzip mod_python-3.3.1.tgz 
$ tar xvf mod_python-3.3.1.tar
$ cd mod_python-3.3.1
$ ./configure --with-apxs=/usr/sbin/apxs

Após executar os comandos acima o arquivo src/Makefile foi criado. Abra-o em seu editor de texto preferido e altere a linha 27:

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LIBS=-lm  -framework  Python    -ldl
LDFLAGS= -Wl,-framework,Python  -u _PyMac_Error -framework Python   -Wl,-F.
OPT=

por:

26
27
28
LIBS=-lm  -framework  Python    -ldl
LDFLAGS= -Wl,-framework,Python  -u _PyMac_Error -framework Python   -Wl,-F. -arch x86_64
OPT=

Altere também a linha 49:

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48
49
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mod_python.so: $(SRCS)
    @echo
    @echo 'Compiling for DSO.'
    @echo
    $(APXS) $(INCLUDES) -c $(SRCS) $(LDFLAGS) $(LIBS) 
    @rm -f mod_python.so
    @ln -s .libs/mod_python.so mod_python.so

por:

45
46
47
48
49
50
51
mod_python.so: $(SRCS)
    @echo
    @echo 'Compiling for DSO.'
    @echo
    $(APXS) $(INCLUDES) -c -Wc,"-arch x86_64" $(SRCS) $(LDFLAGS) $(LIBS)
    @rm -f mod_python.so
    @ln -s .libs/mod_python.so mod_python.so

Cuidado para não quebrar a indentação. O arquivo todo está indentado por TAB se você utilizar espaço dará erro na hora de rodar o make.
Salve o arquivo e rode os comandos abaixo no terminal:

$ make
$ sudo make install

Precisamos efetuar uma alteração no mod_python para que ele funcione corretamente no Apache. Para isso abra o arquivo $ /Library/Python/2.5/site-packages/mod_python/importer.py como root e troque a linha 304 por esta:

304
        return __import__(module_name, {}, {})

Agora precisamos habilitar o mod_python no apache, para isso abra o arquivo /etc/apache2/httpd.conf (você precisará abrir o arquivo como root) e adicione a linha abaixo após a linha 116 (pelo menos foi a linha do meu arquivo):

LoadModule python_module libexec/apache2/mod_python.so

Pronto, agora é só reiniciar o Apache e o mod_python já estará configurado.

PSE

Baixe o PSE e rode os comandos abaixo no terminal:

$ tar xvf PSE-3.0.6.tar
$ cd PSE-3.0.6
$ sudo python setup.py install

Agora vamos configurar o Apache para aceitar os arquivos escritos usando o PSE. Abra o arquivo /etc/apache2/httpd.conf e adicione as linhas abaixo no final do arquivo:

PythonHandler pse_handler
AddHandler python-program .pt

Reinicie mais uma vez o Apache e crie dois arquivos de testes para ver se tudo está funcionando corretamente:
teste.py

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msg = "Hello World!"

teste.pt

1
<?= msg ?>

Basta executar no navegador: http://localhost/teste.pt ou http://localhost/~SEU_LOGIN/teste.pt.

SQLObject

Instalar o SQLObject é simples, basta executar no terminal:

$ sudo easy_install -U sqlobject

MySQLdb

Instalar o MySQL-python exige uma pequena configuração. Primeiro baixe o arquivo e execute no terminal:

$ tar xzvf MySQL-python-1.2.2.tar.gz
$ cd MySQL-python-1.2.2

Abra o arquivo setup_posix.py e na linha 26 altere:

26
mysql_config.path = "mysql_config"

por:

26
mysql_config.path = "/usr/local/mysql/bin/mysql_config"

Agora abra o arquivo _mysql.c e remova as linhas 34, 37, 38 e 39:

34
35
36
37
38
39
#else
#include "my_config.h"
#endif
#ifndef uint
#define uint unsigned int
#endif

Também será preciso alterar as linhas 480 e 481:

480
481
    uint port = MYSQL_PORT;
    uint client_flag = 0;

por:

480
481
    unsigned port = MYSQL_PORT;
    unsigned client_flag = 0;

No terminal execute:

$ sudo ln -s /usr/local/mysql/lib /usr/local/mysql/lib/mysql
$ sudo python setup.py build
$ sudo python setup.py install

Quando fizer o comando de sudo python setup.py build você poderá receber algumas mensagens de warning, ignore-as.

Para testar o SQLObject execute o script python abaixo:

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from sqlobject import *
sqlhub.processConnection = connectionForURI('mysql://root:SUA_SENHA@localhost/test')
class Usuario(SQLObject):
  nome = StringCol()
 
Usuario.createTable()

Após executar o script acima a tabela usuario deverá existir no banco de dados test.

Se você tiver problemas para executar o SQLObject com MySQL verifique se a versão do MySQL instalada é a de 32bits.

Pronto, o ambiente está completamente configurado no MAC OS X.

Agora voltaremos com nossa programação normal!
;)

Para Um Brasil Melhor


Estava assistindo ao vídeo gravado pelo Marco Gomes no evento realizado pelo UOL onde, no meio da conversa, surgiu um pedido para que nós, visitantes do blog BrunoTorres.net, deixássemos um comentário no blog do Bruno pedindo para que ele volte a blogar.

O conteúdo do Bruno Torres é realmente interessante e particularmente sinto falta dos posts dele.

Então deixo aqui meu pedido:
Pelo amor de Deus, volte a blogar Bruno!

Se você tem um blog aproveite e crie um post pedindo para que o Bruno Torres volte a blogar. Deixe o seu nome e link do post aqui nos comentários para deixar registrado a lista de pessoas que gostariam que o Bruno voltasse a blogar.

Agora é só torcer para que ele volte a blogar…rs

Screencaster - Novidades na Web


Meus amigos Guilherme Rambo e André Luz acabaram de lançar o Screencaster.com.br.

Segundo eles, o Screencaster “trata-se de um blog focado principalmente na produção de vídeo-aulas, podcasts e outros conteúdos multimídia. Nosso objetivo é mostrar nosso conhecimento e, dessa forma, fazer com que você aprenda.”

Acho a idéia muito válida e espero que dê tudo certo para o Guilherme e o André.

Boa sorte!

Desenvolvimento Web com Python, SQLObject e PSE - Parte 3


Continuando com a série sobre desenvolvimento web[bb] com Python[bb], vou mostrar agora como deixar as coisa mais interessante com includes e formulários.

Includes

É muito comum utilizar arquivos separados que estarão em várias partes da aplicação. Por exemplo, podemos ter um arquivo para o cabeçalho HTML[bb], um outro para o menu e um terceiro para o rodapé do HTML[bb].

Mas antes de criarmos nossos arquivos de include, teremos que configurar o PSE para apontar para nosso diretório de includes. Para isso abra o arquivo pse.conf (no Linux este arquivo fica em /etc/pse/pse.conf). Procure pela linha

;IncludePath = /app/servlet/path,/other/servlet/path

E troque por:

IncludePath = /var/www/includes,.

Caso você não esteja usando Linux[bb] (eu uso o Ubuntu[bb]) configure para o diretório que o Apache aponta. Isso muda de sistema para sistema.
Dentro deste diretório crie um sub-diretório chamado includes e dentro deste sub-diretório vamos colocar os arquivos abaixo:

cabecalho.pt

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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" dir="ltr" lang="pt-BR">
<head>
    <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" />
    <title>Biblioteca ABC</title>
    <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" />
    <meta name="language" content="pt-br" />
</head>
<body>
    <div id="geral">
        <div id="topo">
            <h1>Biblioteca ABC</h1>
        </div>
        <div id="menu">
            <ul>
                <li class="primeiro"><a href="home.pt">Home</a></li>
                <li><a href="categorias_list.pt">Categorias</a></li>
                <li><a href="livros_list.pt">Livros</a></li>
                <li><a href="clientes_list.pt">Clientes</a></li>
                <li class="ultimo"><a href="sair.pt">Sair</a></li>
            </ul>
        </div>

rodape.pt

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        <address class="rodape">
            &copy; Biblioteca ABC
        </address>
    </div>
</body>
</html>

Ok, os arquivos estão criados!
Agora vamos criar o arquivo principal do nosso sistema. Este arquivo terá um formulário de login, porém ele fará include do cabeçalho e do rodapé.
Salve o arquivo abaixo na raiz de onde ficará a sua aplicação, ou seja, em um diretório acima do sub-diretório includes.

index.pt

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<?= pse.include("cabecalho.pt") ?>
<form id="frm-login" method="post" action="">
    <fieldset>
        <legend>Logar no Sistema</legend>
        <label>E-mail: <input type="text" id="email" name="email" /></label>
        <label>Senha: <input type="password" id="senha" name="senha" /></label>
        <input type="submit" id="entrar" name="entrar" value="Entrar" class="botao" />
    </fieldset>
</form>
<?= pse.include("rodape.pt") ?>

Perceberam o quanto é simples?
Toda página PSE possui um objeto chamado pse que contém vários métodos e objetos e no exemplo acima utilizamos o método include. Mais para frente mostrarei outras funcionalidades do objeto pse.

O método include recebe como parâmetro o nome do arquivo que iremos incluir. O PSE procura este arquivo nos diretórios que configuramos no arquivo pse.conf.

Para não prolongar muito, explicarei como trabalhar com formulários utilizando PSE no próximo post.

Prometo não demorar muito para postar o próximo post da série e aproveito para pedir o feedback de vocês em relação à esta série.

Mudanças e mais mudanças


O começo de 2008 tem sido agitado para mim. Na última quinta-feira, dia 07 de Fevereiro, me despedi da Visie, e hoje (12 de Fevereiro) começo uma nova jornada na iDeal Interactive.

Sou muito feliz por ter participado da família[bb] Visie durante um pouco mais de um ano. Lá fiz bons amigos[bb] e aprendi muito com eles. Posso dizer que com eles eu cresci como profissional[bb] e como pessoa. Foram momentos bons em que me diverti muito com o Diego, principalmente quando ele pegava no pé do Fabio e da Paloma, ou quando resolveram pintar a parede da sala de vermelho, e aprendi muito com o Elcio, que me ensinou tudo o que sei de Python[bb].

Apesar de estar indo embora, fico feliz pois ainda manterei contato com a Visie e continuarei meu curso de PHP lá.

Outra novidade nesse começo de ano é que em menos de um mês começarei meu curso de pós-graduação em Engenharia de Software[bb] na PUC-SP. Não preciso nem dizer que estou ansioso para começar, preciso?

Com essas mudanças fiquei um pouco afastado do blog, mas ainda nessa semana retornarei a série de posts sobre Python com fôlego total.

Me desejem boa sorte e que 2008 seja muito melhor que 2007.

Usando Ruby para trabalhar com datas


Foi publicado como “Converter formato de data do MySQL para o formato BR, em uma linha de código só” usando PHP[bb], o DGMike mostrou como ficaria sua versão em Python[bb], eu até fiz minha contribuição lá mostrando como eu faria em Python usando um objeto datetime e agora resolvi fazer o mesmo em Ruby[bb], já que estou estudando essa linguagem:

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data = '2008-08-12'
td = []
data.split('-').each{ |d| td << d.to_i}
d = DateTime.new(td[0], td[1], td[2])
ndata = d.strftime('%d/%m/%Y')

[ATUALIZADO]
Respondendo a pergunta do d3rf e aproveitando a dica do Caio Moritz:

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'2008-08-12'.split('-').reverse.join('/')

Aguarde, em breve voltarei com o desenvolvimento em Python com PSE e SQLObject!!!

Desenvolvimento Web com Python, SQLObject e PSE - Parte 2


Continuando o post anterior, vamos agora instalar e configurar nosso ambiente para começar o desenvolvimento com Python, SQLObject e PSE.

Vou assumir que você utiliza Ubuntu, ou qualquer outra distribuição Linux baseada no Debian. Caso você utilize outro Sistema Operacional, verifique na página oficial dos programas (veja no post anterior) como instalar cada um deles.

O Elcio publicou um post explicando, detalhadamente, como instalar o apache2, o mod_python e o PSE na versão 7.10 do Ubuntu, incluindo uma correção necessária para essa versão do Ubuntu.

Após executar os passos descritos pelo Elcio, falta apenas instalar o SQLObject:

sudo apt-get install python-sqlobject
[ATUALIZADO] Seguindo a dica do Elcio:
sudo apt-get install python-mysqldb python-setuptools
sudo easy_install sqlobject

Tudo instalado e configurado? Ok, agora vamos entender um pouco o funcionamento do PSE para depois desenvolvermos algo funcional.

O PSE trabalha com arquivos na extensão .pt, então vamos fazer um teste criando um arquivo chamado hello_world.pt no diretório do apache (no Ubuntu esse diretório fica em /var/www):

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<?="Hello World"?>

As tags <? e ?> indicam a abertura e o fechamento de código Python e tags especiais do PSE, que veremos mais adiante.

Execute no navegador: http://localhost/hello_world.pt.

Vamos alterar agora nosso arquivo para integrar código Python com o PSE gerado:

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<?=msg?>

hello_world.pt

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import datetime
msg = "Hello Word<br>Hoje é %s" % datetime.date.today().strftime("%d/%m/%Y")

hello_world.py

Execute novamente no navegador: http://localhost/hello_world.pt.

Perceba que escrevemos código Python normalmente e que o arquivo hello_world.pt identificou a variável msg e escreveu seu conteúdo na tela. Isso acontece porque o PSE integra automaticamente arquivos que tenham o mesmo nome, ou seja, ele sempre executara hello_world.py junto com hello_world.pt.

No próximo post mostrarei como trabalhar com includes no PSE e formulários. Prometo que os próximos posts não demorarão tanto quanto este. ;)

Retornando o último número (script JavaScript)


O DGmike publicou o post Retornando o último número (script PHP), o Elcio mostrou a visão dele em Retornando o último número (script Python) e resolvi fazer o mesmo em JavaScript[bb]:

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function ultimoNumero(str) {
    return str.match(/\d+/g).pop();
}

[UPDATE]

Uma simples correção para quando não for passado uma string e para quando a string for vazio ou não tiver números:

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function ultimoNumero(str) {
    try {
        return str.match(/\d+/g).pop();
    } catch(e) {
        return '';
    }
}

Muito simples, não?

Desenvolvimento Web com Python, SQLObject e PSE - Parte 1


Já faz um tempo que estou ensaiando para escrever sobre como desenvolvemos aplicações web[bb] lá na Visie. Nós utilizamos Python porque amamos essa linguagem e achamos uma dupla excelente para auxiliar no desenvolvimento Web. Estou falando do PSE e do SQLObject.

Existem muitas alternativas que permitem a criação de aplicações web com Python, mas a que irei apresentar nessa série de artigos é a que prefiro.

Primeiro explicarei do que se trata cada ingrediente que utilizaremos e depois como instalá-los, configurá-los e como utilizá-los.

Python
Uma linguagem dinâmica, interativa e orientada a objetos. Diferente de linguagens como o PHP[bb], Python possui tipagem forte, mas não necessita de declarações de variáveis. É uma linguagem interpretada e não compilada, como JAVA[bb] e DotNet[bb].

falei sobre Python anteriormente, citando exemplos comparativos com PHP. Mas se você ainda não conhece a linguagem e quiser aprender sobre ela, segue abaixo uma lista de sites que recomendo:

SQLObject
Trata-se de uma biblioteca de mapeamento objeto-relacional[bb] escrita em Python.
O objetivo do SQLObject é o mesmo do Hibernate[bb] para JAVA e do nHibernate para DotNet: permitir que as tabelas de um banco de dados sejam mapeadas e utilizadas como objetos dentro do programa.

Felizmente, o SQLObject possui uma documentação completa disponibilizada online.

PSE
É um framework escrito em Python que permite a publicação de páginas na web. Necessita do Apache e do mod_python instalados e configurados para funcionar.
Seu funcionamento é parecido com o Framework SmartyTemplate, feito para PHP. Mas ele vai muito além, pois nos permite: efetuar requisições de dados enviados por formulários (POST) e de QueryStrings (GET), a criação de Sessões e Cookies, a criação de tags customizadas (Custom Tags), a recuperação do IP do usuário, etc.

Maiores informações podem ser encontradas no site oficial e no manual.

 

Após apresentar os ingredientes necessários para a utilização do Python no desenvolvimento web, mostrarei como instalar e configurar todos os ingredientes para podermos colocar a mão na massa.
Para este post não ficar muito extenso, publicarei a instalação e a configuração em um próximo post.

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